Às vezes, com algumas pessoas, a vontade que dá e de puxar pela gola da camisa, dar uns dois tapas cruzados e gritar no pé do ouvido: “ACORDA!!!”.
E não é por estarem dormindo, no sentido literal. É por estarem sempre tapando o sol com a peneira, fugindo de enfrentar os problemas, se fazendo de vítima das circunstâncias e deixando que oportunidades e coisas importantes escoem pelo ralo.
[Não vou mentir que até comigo mesmo dá essa vontade de vez em quando.]
O pior é que querem que todos entendam a situação por que elas passam, mas não estão dando a mínina para como os outros agem, pensam ou sentem. Por essas e por outras é que muita gente quebra a cara na vida.
Quem tem um sangue mais quente e uma visão mais ampla de como as coisas são, fica dando murro em ponta de faca, tentando fazer com que as pessoas enxerguem que o problema é completamente diferente do que elas acreditam.
Mas tem uma hora que a mão tá tão arrebentada que não há mais como esmurrar nem chumaços de algodão. É aí que eles jogam a toalha e desistem dessa batalha inglória.
Parece que essas pessoas colocaram antolhos em si mesmos. É! Antolhos. Aquele acessório do cabresto, colocado em cavalos e outros animais que puxam carroças e similares. Serve para que ele só olhe para frente e não enxergue ou se distraia com as coisas que acontecem ao redor.
Fazer o que!?
Deixem que continuem puxando suas vidas-carroças, com seus antolhos...
A vontade de dar uns tapas continua, mas deixa estar... um dia a vida dá!
Ou não...
01 fevereiro 2010
30 setembro 2009
Ele não está pronto
Por algum tempo, segurei a caneta em minha mão e deixei o caderno a minha frente...
Mas logo desisti: constatei que nada tinha a escrever.
Não.
Tinha sim.E tenho!
Mas algo que ainda não tomou forma, não sabe como deve ser. Quando chegar o tempo correto, forma, cor e contornos ele terá.
Enquanto este momento não chega, esperarei e me resignarei em não escrever. Deixo de lado a caneta e o papel. Mas não fora do alcance de minhas mãos, pois nunca se sabe o que pode surgir nas horas madrugadas, nos dias quentes da primavera ou nas noites estreladas do planalto da conquista.
Mas logo desisti: constatei que nada tinha a escrever.
Não.
Tinha sim.E tenho!
Mas algo que ainda não tomou forma, não sabe como deve ser. Quando chegar o tempo correto, forma, cor e contornos ele terá.
Enquanto este momento não chega, esperarei e me resignarei em não escrever. Deixo de lado a caneta e o papel. Mas não fora do alcance de minhas mãos, pois nunca se sabe o que pode surgir nas horas madrugadas, nos dias quentes da primavera ou nas noites estreladas do planalto da conquista.
25 setembro 2009
Um de ida, três de volta...
Como é fácil acusar o outro!
Fico assustado, por vezes, em como algumas pessoas têm o dom, a capacidade ou o desplante de acusar e culpar e apontar isso e aquilo nos outros na primeira oportunidade que surge.
Nessas horas o conhecimento popular é certeiro: macaco senta no próprio rabo pra falar do rabo alheio.
Por vezes incontáveis, vi alguém apontando ou elencando vários defeitos de fulano, beltrano e cicrano. Mas se esse alguém falasse para um espelho não poderia ter feito descrição melhor de si mesmo.
Ainda chego a me perguntar se essas pessoas têm consciência das coisas que falam e fazem com tanta propriedade da razão.
Não posso dizer que sou livre de fazer julgamentos e criar rótulos para os outros. Mas tento, o máximo possível, deixá-los só para mim.
Há que se entender que as pessoas são diferentes, agem de modos particulares e tem uma bagagem que é única, uma experiência de vida exclusiva. Não cabe a mim, nem a ninguém, dizer se fulano é bom ou mal, pelo menos não sem conviver com ele. O que enxerguei como grande defeito, pode ter sido apenas uma distração, um ato inocente, um nada para a conduta e os valores dele.
E pode ser mesmo intencional, com intuito calculado por trás de cada gesto e palavra. Mas quem sou eu para julgar os outros? E ainda mais: quem sou eu para querer puni-los, ser a voz da razão?
Viva e deixe viver: é a receita!
P.S.: Antes de apontar um dedo para o outro, vigie para onde os outros dedos estão indicando...
Fico assustado, por vezes, em como algumas pessoas têm o dom, a capacidade ou o desplante de acusar e culpar e apontar isso e aquilo nos outros na primeira oportunidade que surge.
Nessas horas o conhecimento popular é certeiro: macaco senta no próprio rabo pra falar do rabo alheio.
Por vezes incontáveis, vi alguém apontando ou elencando vários defeitos de fulano, beltrano e cicrano. Mas se esse alguém falasse para um espelho não poderia ter feito descrição melhor de si mesmo.
Ainda chego a me perguntar se essas pessoas têm consciência das coisas que falam e fazem com tanta propriedade da razão.
Não posso dizer que sou livre de fazer julgamentos e criar rótulos para os outros. Mas tento, o máximo possível, deixá-los só para mim.
Há que se entender que as pessoas são diferentes, agem de modos particulares e tem uma bagagem que é única, uma experiência de vida exclusiva. Não cabe a mim, nem a ninguém, dizer se fulano é bom ou mal, pelo menos não sem conviver com ele. O que enxerguei como grande defeito, pode ter sido apenas uma distração, um ato inocente, um nada para a conduta e os valores dele.
E pode ser mesmo intencional, com intuito calculado por trás de cada gesto e palavra. Mas quem sou eu para julgar os outros? E ainda mais: quem sou eu para querer puni-los, ser a voz da razão?
Viva e deixe viver: é a receita!
P.S.: Antes de apontar um dedo para o outro, vigie para onde os outros dedos estão indicando...
24 setembro 2009
Pausa e movimento
Escritos ao som da música “Toda vez”, de Luiza Possi
Volto ao mesmo lugar de sempre! Ao dispor de brisas e tempestades, como deve ser...
Por mais que fique algum tempo sem escrever, não deixo morrer essa chama.
É certo que meus escritos são inconstantes, mas por que há de se reclamar!?
Não escrevo por obrigação, não aqui. Escrevo por clamor de minh’alma...
Ela andava inquieta, não nego... e continua inquieta...
Acho que a inquietação é o melhor estado em que se pode estar.
Pois na inquietação estamos mais atentos a tudo, capazes de nos deixarmos surpreender
Capazes de sermos novamente crianças em dados momentos
Capazes de aproveitar melhor cada segundo que vivemos
E ansiar pelos próximos mil
E remoer todos os milhões que já experimentamos...
Deles tiramos lições e aprendizados, ou notamos como fomos patéticos
Há aqueles que nos dão saudades, outros queremos esquecer...
Mas assim é a vida!
Se fosse sempre do jeito que quiséssemos, seria um tédio.
Só sei que devemos partir sem pensar na volta e voltar sem fazer planos
Assim é mais gostoso e assim vou vivendo!
Desfrutando os momentos que são todos meus e só meus... rs
Volto ao mesmo lugar de sempre! Ao dispor de brisas e tempestades, como deve ser...
Por mais que fique algum tempo sem escrever, não deixo morrer essa chama.
É certo que meus escritos são inconstantes, mas por que há de se reclamar!?
Não escrevo por obrigação, não aqui. Escrevo por clamor de minh’alma...
Ela andava inquieta, não nego... e continua inquieta...
Acho que a inquietação é o melhor estado em que se pode estar.
Pois na inquietação estamos mais atentos a tudo, capazes de nos deixarmos surpreender
Capazes de sermos novamente crianças em dados momentos
Capazes de aproveitar melhor cada segundo que vivemos
E ansiar pelos próximos mil
E remoer todos os milhões que já experimentamos...
Deles tiramos lições e aprendizados, ou notamos como fomos patéticos
Há aqueles que nos dão saudades, outros queremos esquecer...
Mas assim é a vida!
Se fosse sempre do jeito que quiséssemos, seria um tédio.
Só sei que devemos partir sem pensar na volta e voltar sem fazer planos
Assim é mais gostoso e assim vou vivendo!
Desfrutando os momentos que são todos meus e só meus... rs
15 junho 2009
[Não ao panis et circensis] Sobre a obrigatoriedade do diploma de jornalismo.
Muito se fala sobre a (não)obrigatoriedade do diploma de jornalista para o exercício da profissão. O assunto é polêmico e já figurou algumas vezes na pauta das reuniões do Supremo Tribunal Federal, sempre sendo protelada tal discussão e decisão. A próxima data para o julgamento da manutenção ou suspensão da obrigatoriedade é o dia 17 de junho, quarta-feira.
A vontade/necessidade de falar sobre esse tema neste espaço surge do interesse direto que tenho, como jornalista graduado, em saber qual rumo essa história vai tomar. No entanto, tentarei deixar o lado jornalístico de escanteio e me colocar como cidadão, como ‘consumidor’ das notícias, como observador da sociedade.
Não vou comparar a profissão jornalismo com outras tais como a medicina, arquitetura e tantas mais. Já é um discurso batido e, talvez, sem muita valia. Buscarei ressaltar os motivos pelos quais acredito ser válida a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão e os benefícios que a mesma traz consigo.
Primeiramente, jornalismo é muito mais que escrever bem, ter boa voz, aparecer bem no vídeo ou saber se comunicar. É um compromisso com a sociedade, com a liberdade, com a democracia, com a verdade. Podem dizer que isso não se aprende na faculdade. Quem sabe tenham razão, mas é na Academia que se tem os primeiros contatos com esses valores, que se conhece a história, os preceitos, as práticas, os métodos, as conseqüências da atividade jornalística. Claro que a teoria sem a prática não vale por si só. Mas o que seria da prática sem a teoria, sem conhecimento? Seria apenas reprodução, cópia, plágio, ’achismo’, sem crítica, sem objetivo, sem base.
Argumentam que um diploma não faz de ninguém um bom jornalista. Em termos, é verdade. Há muitos bons profissionais da comunicação que não têm experiência acadêmica, mas que trazem na bagagem anos e anos de prática em redações. Esses profissionais merecem respeito e são lições. Mas, sem a obrigatoriedade, quantos e quantos oportunistas e apadrinhados políticos, financeiros e econômicos não seriam beneficiados? Já pensaram nisso?
As empresas e os empresários da comunicação terão muito mais liberdade para tentar ludibriar o expectador, o receptor de seu conteúdo. Afinal, se eles puderem colocar quem bem entenderem, o que garante que não farão disso uma ferramenta para proveito próprio? Não digo que não haja isso com a obrigatoriedade, mas quem passa quatro anos numa faculdade, geralmente, aprende o valor da profissão e do papel que desempenha na sociedade, de comunicador, de formador de opinião. É certo que há instituições medíocres de ensino, mas, mesmo essas, conseguem despertar um algo crítico em seus estudantes.
Puxem pela memória a quantidade de escândalos políticos trazidos à tona por conta de um bom trabalho de jornalismo investigativo, lembrem-se das matérias que mostram uma realidade que muitos tentam camuflar, sobre atuação policial, fraudes no governo, crimes ou graves contravenções praticados por grandes empresas ou pessoas de renome. Mas tudo isso feito por sérios profissionais, embasados na ética da profissão, em métodos, por estudos científicos.
Há registro de erros cometidos por jornalistas graduados? Sim, claro! Assim como de erros médicos, arquitetônicos, químicos, de engenharia. Errar é parte da natureza humana, mesmo daqueles seres os mais preparados. Agora, imaginem se a atividade é feita por alguém que não entende ou não foi qualificado para tal, a probabilidade de dar errado é multiplicada inúmeras vezes.
Poderia escrever mais 3, 6, 9 mil caracteres a respeito do tema, mas aí ninguém me leria, se é que leram o que escrevi até aqui. Mas acho que já deu pra ter uma boa idéia dos benefícios da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalismo
Se tiver algo a comentar, a favor ou contra, lançar outra idéia, apresentar fatos, deixe um comentário. É muito bem vindo neste espaço!
E que vença a obrigatoriedade, para que tudo não se torne panis et circensis [no pior dos sentidos]!
A vontade/necessidade de falar sobre esse tema neste espaço surge do interesse direto que tenho, como jornalista graduado, em saber qual rumo essa história vai tomar. No entanto, tentarei deixar o lado jornalístico de escanteio e me colocar como cidadão, como ‘consumidor’ das notícias, como observador da sociedade.
Não vou comparar a profissão jornalismo com outras tais como a medicina, arquitetura e tantas mais. Já é um discurso batido e, talvez, sem muita valia. Buscarei ressaltar os motivos pelos quais acredito ser válida a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão e os benefícios que a mesma traz consigo.
Primeiramente, jornalismo é muito mais que escrever bem, ter boa voz, aparecer bem no vídeo ou saber se comunicar. É um compromisso com a sociedade, com a liberdade, com a democracia, com a verdade. Podem dizer que isso não se aprende na faculdade. Quem sabe tenham razão, mas é na Academia que se tem os primeiros contatos com esses valores, que se conhece a história, os preceitos, as práticas, os métodos, as conseqüências da atividade jornalística. Claro que a teoria sem a prática não vale por si só. Mas o que seria da prática sem a teoria, sem conhecimento? Seria apenas reprodução, cópia, plágio, ’achismo’, sem crítica, sem objetivo, sem base.
Argumentam que um diploma não faz de ninguém um bom jornalista. Em termos, é verdade. Há muitos bons profissionais da comunicação que não têm experiência acadêmica, mas que trazem na bagagem anos e anos de prática em redações. Esses profissionais merecem respeito e são lições. Mas, sem a obrigatoriedade, quantos e quantos oportunistas e apadrinhados políticos, financeiros e econômicos não seriam beneficiados? Já pensaram nisso?
As empresas e os empresários da comunicação terão muito mais liberdade para tentar ludibriar o expectador, o receptor de seu conteúdo. Afinal, se eles puderem colocar quem bem entenderem, o que garante que não farão disso uma ferramenta para proveito próprio? Não digo que não haja isso com a obrigatoriedade, mas quem passa quatro anos numa faculdade, geralmente, aprende o valor da profissão e do papel que desempenha na sociedade, de comunicador, de formador de opinião. É certo que há instituições medíocres de ensino, mas, mesmo essas, conseguem despertar um algo crítico em seus estudantes.
Puxem pela memória a quantidade de escândalos políticos trazidos à tona por conta de um bom trabalho de jornalismo investigativo, lembrem-se das matérias que mostram uma realidade que muitos tentam camuflar, sobre atuação policial, fraudes no governo, crimes ou graves contravenções praticados por grandes empresas ou pessoas de renome. Mas tudo isso feito por sérios profissionais, embasados na ética da profissão, em métodos, por estudos científicos.
Há registro de erros cometidos por jornalistas graduados? Sim, claro! Assim como de erros médicos, arquitetônicos, químicos, de engenharia. Errar é parte da natureza humana, mesmo daqueles seres os mais preparados. Agora, imaginem se a atividade é feita por alguém que não entende ou não foi qualificado para tal, a probabilidade de dar errado é multiplicada inúmeras vezes.
Poderia escrever mais 3, 6, 9 mil caracteres a respeito do tema, mas aí ninguém me leria, se é que leram o que escrevi até aqui. Mas acho que já deu pra ter uma boa idéia dos benefícios da obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalismo
Se tiver algo a comentar, a favor ou contra, lançar outra idéia, apresentar fatos, deixe um comentário. É muito bem vindo neste espaço!
E que vença a obrigatoriedade, para que tudo não se torne panis et circensis [no pior dos sentidos]!
03 junho 2009
Tudo Muda
Hoje me lembrei repentinamente de um música, cuja letra faz muito sentido: Como uma onda, por Lulu Santos. A parte que mais me veio à mente foi
“tudo muda o tempo todo no mundo
não adianta fugir
nem mentir pra si mesmo agora...”
E é bem verdade! Tudo muda o tempo todo no mundo: a sociedade, as pessoas, a programação da tv, as tendências de comportamento, os produtos no mercado, as tecnologias, as amizades, os gostos alimentares, os amores, os destinos, os senhos, os desejos.
Nada é completamente estático. Nada é eterno. Infelizmente, em alguns casos...
Gostaria de poder manter os laços de amizade que um dia construi com todos que passaram pela minha vida. Mas as pessoas mudam, se afastam, encontram outros interesses, ou deixam de encontrá-los em nós.
Mas devemos seguir, nesse indo e vindo infinito, como uma onda no mar.
Espero, sinceramente, alcançar praias mui agradáveis nos caminhos que seguir, e quem sabe voltar a boas praias pelas quais um dia passei e me encontrar novamente com as boas sensações que experimentei em companhia de muitos. Mesmo sabendo que nada do que foi, será. Mas a esperança é uma das poucas coisas que não devemos abandonar ou deixar sucumbir.
De resto, é seguir em frente, em busca da tanta vida que há para se viver!
“tudo muda o tempo todo no mundo
não adianta fugir
nem mentir pra si mesmo agora...”
E é bem verdade! Tudo muda o tempo todo no mundo: a sociedade, as pessoas, a programação da tv, as tendências de comportamento, os produtos no mercado, as tecnologias, as amizades, os gostos alimentares, os amores, os destinos, os senhos, os desejos.
Nada é completamente estático. Nada é eterno. Infelizmente, em alguns casos...
Gostaria de poder manter os laços de amizade que um dia construi com todos que passaram pela minha vida. Mas as pessoas mudam, se afastam, encontram outros interesses, ou deixam de encontrá-los em nós.
Mas devemos seguir, nesse indo e vindo infinito, como uma onda no mar.
Espero, sinceramente, alcançar praias mui agradáveis nos caminhos que seguir, e quem sabe voltar a boas praias pelas quais um dia passei e me encontrar novamente com as boas sensações que experimentei em companhia de muitos. Mesmo sabendo que nada do que foi, será. Mas a esperança é uma das poucas coisas que não devemos abandonar ou deixar sucumbir.
De resto, é seguir em frente, em busca da tanta vida que há para se viver!
20 maio 2009
Dia das mães?!
Bem, depois de um tempo ausente por probleminhas na net e correrias do dia a dia, estou de volta. O texto já tem um tema ultrapassado, mas achei legal postar por aqui. ;)
Por mais que o mundo capitalista insista em gerar datas para que o consumo se consuma, resisto à idéia e digo que todo dia é dia das mães, dos pais, das crianças, dos namorados, dos amigos...
Sim! Não há apenas um dia em que eles são o que são. Mães são mães todos os dias, assim como são os pais, os namorados, as crianças, os amigos. Imaginem se só houvesse mesmo um dia para que eles fossem o que são, somente um dia em meio aos 365 que o ano possui!
Por isso, não devemos esperar essas datas para dizer a quem nos é importante o papel que desempenham em nossas vidas. Comemoremos todos os dias, a todo o momento. Algumas vezes, infelizmente, não é possível esperar tais datas.
Mas, mesmo assim, não vou me furtar em colocar aqui o que digo em todas as oportunidades aos meus familiares e amigos: eu os amo!
Pai, mãe, irmãos, sobrinhas, cunhadas, amigos de verdade, eu os amo e quero sempre a felicidade de vocês, sem datas certas para que nos reconheçamos e agradeçamos. Feliz dia, todos os dias!
Sim! Não há apenas um dia em que eles são o que são. Mães são mães todos os dias, assim como são os pais, os namorados, as crianças, os amigos. Imaginem se só houvesse mesmo um dia para que eles fossem o que são, somente um dia em meio aos 365 que o ano possui!
Por isso, não devemos esperar essas datas para dizer a quem nos é importante o papel que desempenham em nossas vidas. Comemoremos todos os dias, a todo o momento. Algumas vezes, infelizmente, não é possível esperar tais datas.
Mas, mesmo assim, não vou me furtar em colocar aqui o que digo em todas as oportunidades aos meus familiares e amigos: eu os amo!
Pai, mãe, irmãos, sobrinhas, cunhadas, amigos de verdade, eu os amo e quero sempre a felicidade de vocês, sem datas certas para que nos reconheçamos e agradeçamos. Feliz dia, todos os dias!
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