[Mesmo não aparecendo muito por aqui nos últimos tempos, ainda tenho escrito algumas coisas em meus cadernos aqui nas horas madrugadas... e este texto surgiu há umas duas ou três semanas... acho que vale a pena postar... e aos pouquinhos vou voltando para cá também, afinal, este é quase meu diário de bordo... enjoy!]
Às vezes, por circunstâncias que nem nós mesmos entendemos ou gostamos, nos deixamos levar pelos acontecimentos e nos tornamos espectadores de nossas próprias vidas. Passamos a ser um sujeito passivo e os fatos nos enredam e seguimos assim, levados por construções que não são nossas.
Mas chega um momento em que nos vemos à deriva, sem saber para onde seremos carregados, ou pior: sabendo que não irá se chegar a lugar algum. Deixei-me guiar algumas vezes nessa minha curta vida, fui fraco, acreditei em quem não era digno de confiança e me entreguei sem muitas ressalvas, por vezes fui preguiçoso e acomodado.
Me vendo assim, observo que é hora de retomar algumas coisas e comportamentos e dar um basta em certas situações, que nada agregam ou que me prejudicam. Começo uma fase de retomada de rédeas, destinos e caminhos.
Quero, ao final da jornada, ter a certeza e que fui eu quem guiei minha embarcação, eu que domei as velas que se insurgiam contra mim ao sabor das tempestades. Afinal, só teme o escuro quem não sabe o poder da luz, e a luz é o que me norteia, é onde eu quero estar e o que quero ser.
Um comentário:
Que lindo, amigo! Nossa, me identifiquei demais com teu texto. Acho que é fase, existem tempos de estar realmente se deixando levar pelas ondas.Mas uma hora a gente acorda e vê que precisa remar se quiser rumar pro destino certo. É preciso estar de pé para controlar as turbulências. Então, seguremos o leme, sejamos autores do nosso guia de bordo! Um beijo!
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